O passado, presente e futuro como ilusão persistente: A antropologia biológica no Museu Nacional de História Natural.

Dublin Core

Title

O passado, presente e futuro como ilusão persistente: A antropologia biológica no Museu Nacional de História Natural.

Description

Artigo do Livro:
 Professor Carlos Almaça (1934-2010) - Estado da Arte em Áreas Científicas do Seu Interesse.

Publisher

Maria Judite Alves

Alexandra Cartaxana

Alexandra Marçal Correia

Luis Filipe Lopes

Date

2014

Language

Português 

Resumo em inglês

Type

Artigo cientifico

Abstract

Abstract
Since 1907, documented human skeletal collections have provided the impetus for most of the biological anthropology research that has been undertaken at the National Museum of Natural History. The hiring of the first anthropologist for the department of zoology and anthropology at the National Museum, in 1919, resulted from the initial stimulus provided by the donation of the Ferraz de Macedo collection. Earlier in 1911, the same collection motivated the creation of the anthropology course at the Faculty of Sciences, to which the Museum was attached. Eighty years later, following the fire which destroyed the Ferraz de Macedo collection, a new collection filled in the loss and provided an additional drive. In a short amount of time, the National Museum of Natural History gained international notoriety in skeletal biology research, and was able to improve the conditions in both the skeletal collections and the anthropology laboratory. Nonetheless, due to the transient nature of the work carried out by Museum researchers, biological anthropology was never firmly established at this institution.

Resumo
Desde 1907 que as coleções de esqueletos humanos identificados são a força motriz de quase toda a investigação que, no Museu Nacional de História Natural, é levada a cabo em antropologia biológica. A doação da coleção Ferraz de Macedo deu o primeiro estímulo, motivando a contratação de um antropólogo à recém-nomeada seção zoológica e antropológica do Museu Nacional em 1919, e anteriormente em 1911 a criação da cadeira de antropologia na Faculdade de Ciências, à qual o Museu estava anexo. Cerca de 80 anos depois, e na sequência do devastador incêndio que destruiu a coleção Ferraz de Macedo, uma nova coleção deu um impulso adicional, ao mesmo tempo que restituía o Museu do património perdido. Em pouco tempo, o Museu Nacional de História Natural ganhou uma importante notoriedade internacional na investigação relacionada com o esqueleto humano e assistiu a melhorias fundamentais no estado de conservação do seu acervo e laboratório de antropologia. Contudo, a antropologia nunca se estabeleceu de forma permanente na instituição, sobretudo devido ao caracter transitório daqueles que aí se dedicaram à investigação.

Bibliographic Citation

Cardoso HFV. 2014. O passado, presente e futuro como ilusão persistente: A antropologia biológica no Museu Nacional de História Natural. In: Professor Carlos Almaça (1934-2010) - Estado da Arte em Áreas Científicas do Seu Interesse. MJ Alves, A Cartaxana, AM Correia, LF Lopes (eds), Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa, pp. 303-328.

Files

HFVCardoso-PCA-2014-p303-328.pdf

Citation

Hugo F. V. Cardoso, “O passado, presente e futuro como ilusão persistente: A antropologia biológica no Museu Nacional de História Natural.,” MUHNAC Digital, accessed November 22, 2017, http://digital.museus.ul.pt/items/show/3764.